O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, tem discutido reservadamente com os ministros saídas institucionais para a maior crise de credibilidade da história da Corte, mas suas opções são limitadas por questões regimentais, políticas e jurídicas. A mais temida por envolvidos seria incentivar o afastamento voluntário de Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, por exemplo, mas a medida, “dura e necessária”, dizem juristas com atuação no tribunal, não faz o estilo do cauteloso Fachin. Tanto assim que ele só pensa no STF do futuro, com seu Código de Conduta.
PGR catatônico
Outra opção seria encaminhar as suspeições à Procuradoria Geral da República, mas seu titular Paulo Gonet também é alvo de críticas.
‘Sob ataque’?
Ministros defendem que o STF estaria “sob ataque” e que a Fachin não resta alternativa senão defender a instituição e blindar os envolvidos.
Uísque em Londres
Como nada está tão ruim que não possa piorar, revela-se que Daniel Vorcaro bancou gastos extravagantes de ministros em Londres.
Saída é logo ali
Há ministros convencidos de que, sem o STF tomar providências, ao Senado não restará alternativa senão abrir processos de impeachment.
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