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Cidadania

Prefeitura realiza 2º encontro local para debater políticas voltadas para a população em situação de rua em Manaus

Dando continuidade às atividades determinadas e recomendadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no Caderno de Protocolos lançado em setembro do ano passado, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), deu início, nesta quarta-feira, 28/2, ao 2º Encontro de Rede Intersetorial em Atenção à Pessoa em Situação de Rua, no Parque Municipal do Idoso, na zona Centro-Sul.

Com o objetivo de discutir a padronização dos diferentes atendimentos socioassistenciais oferecidos à população em situação de rua presente na capital amazonense, o primeiro dia de evento reuniu servidores municipais e estaduais das áreas de Assistência Social, Saúde, Direitos Humanos e Empregabilidade, além de parceiros da sociedade civil.

“Em dezembro do ano passado, tivemos nosso primeiro encontro para darmos início à discussão acerca dos fluxos de trabalho das diferentes políticas públicas voltadas para a população em situação de rua em Manaus. Então, hoje estamos dando continuidade a esse debate. O objetivo é aproximar os servidores uns dos outros e garantir um atendimento igualmente qualificado e eficaz em quaisquer que sejam os serviços oferecidos”, explicou Márcia Helena Braga, chefe da Divisão de Média Complexidade do Departamento de Proteção Social Especial (DPSE) da Semasc.

Representando a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) no debate, a defensora Stefanie Sobral defendeu a continuidade dos encontros intersetoriais como forma de otimizar e qualificar o trabalho realizado pelo poder público, em parceria com a sociedade civil no município de Manaus.

“É muito importante que a Semasc continue com essa abordagem de encontros intersetoriais voltados para o atendimento de pessoas em situação de rua, pois é necessário que a Rede de Atendimento funcione de maneira interligada e contínua. Além desse aspecto de conhecimento mútuo, são em ocasiões como essa que também somos capazes de avaliar nossas demandas,  fraquezas e falhas estruturais presentes no sistema de atendimentos, o que é essencial para a qualificação desses serviços”, concluiu.

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Texto – Guilherme Pacheco / Semasc

Fotos – Diego Lima / Semasc

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