Em pronunciamento em suas redes sociais, o candidato Wilson Lima (União Brasil) voltou a rebater ataques de seus opositores políticos e esclareceu temas polêmicos de sua gestão, com destaque para a acusação referente à compra de respiradores durante a pandemia de Covid-19 e a boatos sobre um suposto julgamento na Justiça.
Defesa contra ataques da oposição
Ao iniciar sua fala, Wilson Lima afirmou ser alvo constante de grupos políticos tradicionais desde que entrou na vida pública.
Ele destacou sua trajetória pessoal como jornalista de origem popular e criticou o que chama de “resistência da elite política” ao seu perfil.
O candidato também respondeu diretamente a acusações recentes veiculadas pela empresária Maria do Carmo, que afirmou que Lima seria julgado no início de setembro. Segundo o político, a informação é falsa.
Ele explicou que a data trata-se apenas da apreciação de um recurso apresentado por sua própria defesa, o que faz parte do rito processual padrão do Judiciário.
O caso da “loja de vinho”
Um dos pontos centrais do pronunciamento foi o esclarecimento sobre a compra de respiradores em 2020, apontada por opositores como uma aquisição feita em um estabelecimento não especializado.
Wilson Lima classificou a narrativa como “a maior fake news das campanhas no Amazonas” e detalhou o funcionamento da empresa contratada:
• Razão social e licenças: A compra foi efetuada junto à importadora FJAP, empresa devidamente registrada com autorização para importar diversos tipos de produtos, incluindo equipamentos médicos e hospitalares.
• O nome fantasia: A associação com bebidas ocorreu porque a importadora utiliza o nome fantasia “Vineria Adega” por possuir uma loja de vinhos na capital.
• Prioridade na crise: O candidato ressaltou que, no pico da pandemia — momento em que o estado enfrentava grave escassez de UTIs, leitos e insumos —, a prioridade absoluta da gestão era adquirir equipamentos com a maior agilidade possível para salvar vidas.
Lima admitiu que cometeu um erro de estratégia ao não priorizar a desmentida dessas informações nas redes sociais na época em que surgiram.
“Errei, acertei, mas nunca me acovardei”
Finalizando sua manifestação, o candidato desafiou seus adversários a provarem que ele estaria mentindo e reforçou que suas decisões no combate à pandemia foram tomadas diante do cenário crítico de emergência sanitária em que o estado se encontrava.
“Se eu não tivesse comprado respiradores com rapidez, hoje poderia ser considerado pela justiça e pelo povo como um governador omisso — e isso eu não sou. Errei, acertei, mas nunca me acovardei”, declarou.
Texto: Ronaldo Aleixo – DRT 96423/SP















