Brasil

Professora esquerdista que acusou Bolsonaro de matar marielle é demitida e pode ser processada

Uma professora de Redação do Colégio COC de Rio do Sul, em Santa Catarina, foi demitida pela instituição após ser acusada pelos pais dos alunos de fazer proselitismo político e ideológico durante uma de suas aulas. A polêmica ocorreu após a profissional acusar o presidente Jair Bolsonaro de ser o mandante da morte da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco.

Em uma das aulas, onde o assunto era violência política, a professora afirmou que a facada recebida pelo chefe de Estado era um caso relacionado ao tema, mas que não era algo praticado por políticos. Já ao chamar um suposto exemplo de violência praticada por integrantes da política, ela afirmou que Bolsonaro “armou para matar Marielle Franco”.

– A facada que o Bolsonaro tomou foi uma violência política? Sim. Ô, [nome de aluno], na verdade o que aconteceu, a violência política, é praticada por políticos. O Bolsonaro levou uma facada? Levou. Foi uma violência? Foi, mas não foi praticada por políticos, foi um popular que fez, foi um civil que fez isso. Agora, o que o Bolsonaro armou, né, para matar Marielle Franco, ele sendo um político, matando uma outra política, isso sim é uma violência política. Entendeu o esquema? – disse.

Após o fato, a professora se manifestou por meio de uma carta de retratação. Ela afirmou que lamentava o trecho da aula que, segundo ela, fora retirado de contexto. Ela reconheceu que a fala fazia “grave acusação e imputa crime, sem comprovação, do caso Marielle ao [presidente] Bolsonaro”.

Na quarta-feira (11), a direção do Colégio COC emitiu uma nota informando que fez o desligamento da profissional “com base em decisão fundamentada, com apoio da equipe jurídica e técnica, em conformidade com os procedimentos internos de apuração dos últimos acontecimentos”.

– O Colégio COC Rio do Sul lamenta o desencadeamento dos fatos e reforça seu compromisso com a educação de excelência, consolidada a partir de trabalho eficiente, equilibrado e transparente – completou o comunicado.

Pleno News

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